
Morre Lentamente - Martha Medeiros
"Morre lentamente... Quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo. Morre lentamente... Quem destrói o seu amor-próprio, que nao se permite ser ajudado.
Morre lentamente...Quem se transforma escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto, quem não muda a marc, não arrisca vestir uma cor nova, não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente... Quem evita uma paixão, quem prefere o "preto no branco" e os "pingos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos dos bocejos, coração aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente... Quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho; quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho; quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente... Quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o simples ato de respirar...
Somente a perseverança ('la ardiente paciencia') fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.!"
--'Lenda Urbana' de uma versão modificada que circula pela internet, adaptada por mim mesmo.
"Morre lentamente... Quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo. Morre lentamente... Quem destrói o seu amor-próprio, que nao se permite ser ajudado.
Morre lentamente...Quem se transforma escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto, quem não muda a marc, não arrisca vestir uma cor nova, não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente... Quem evita uma paixão, quem prefere o "preto no branco" e os "pingos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos dos bocejos, coração aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente... Quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho; quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho; quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente... Quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o simples ato de respirar...
Somente a perseverança ('la ardiente paciencia') fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.!"
--'Lenda Urbana' de uma versão modificada que circula pela internet, adaptada por mim mesmo.
Dies Slowly - Martha Medeiros
"He or She who does not travel, who does not read, who does not listen to music, who does not find grace in him or herself, dies slowly...
He or She who destroys one's love for him or herself, who does not allow him or herself to be helped, dies slowly...
He or She who becomes a slave of habit, who follows the same routes every day, who never changes the brand, who does not risk changing the color of his clothes, who does not speak with who he or she does not know, dies slowly...
He or she who shuns passion, who prefers black on white, dots on the "is" rather than a whirlpool of emotions, the kind that makes your eyes glimmer, that turns a yawn into a smile, that makes the heart pound in the face of mistakes and feelings, dies slowly...
He or she who does not turn things topsy-turvy when unhappy at work, who does not risk certainty for uncertainty after a dream, those who do not forego sound advice at least once in their lives, die slowly...
He or She who spends entire days complaining about his or her own bad luck, about the rain that never stops, who abandons a project before starting it, who fails to ask questions on subjects he or she does not know and to reply when asked something they do know, dies slowly...
Let's try and avoid death in small doses, reminding ourselves that being alive requires an effort far greater than the simple act of breathing.
Only a burning patience will lead to the attainment of a splendid happiness."
--'Urban Legend' of a modified version available on the web, adapted by myself.
He or She who destroys one's love for him or herself, who does not allow him or herself to be helped, dies slowly...
He or She who becomes a slave of habit, who follows the same routes every day, who never changes the brand, who does not risk changing the color of his clothes, who does not speak with who he or she does not know, dies slowly...
He or she who shuns passion, who prefers black on white, dots on the "is" rather than a whirlpool of emotions, the kind that makes your eyes glimmer, that turns a yawn into a smile, that makes the heart pound in the face of mistakes and feelings, dies slowly...
He or she who does not turn things topsy-turvy when unhappy at work, who does not risk certainty for uncertainty after a dream, those who do not forego sound advice at least once in their lives, die slowly...
He or She who spends entire days complaining about his or her own bad luck, about the rain that never stops, who abandons a project before starting it, who fails to ask questions on subjects he or she does not know and to reply when asked something they do know, dies slowly...
Let's try and avoid death in small doses, reminding ourselves that being alive requires an effort far greater than the simple act of breathing.
Only a burning patience will lead to the attainment of a splendid happiness."
--'Urban Legend' of a modified version available on the web, adapted by myself.